Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

Muito Grata sr. Hans Christian Handersen!

A data escolhida para celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil foi a do nascimento de Hans Christian Handersen, autor que fez nascer no papel tantas histórias do imaginário tradicional, como aquelas a quem proporcionou o caminho inverso: da sua pena para o imaginário popular e tornarem-se contos tradicionais...

 

A literatura infantil é mais do que contos tradicionais.

A literatura infantil são escritores, são pais, avós e irmãos mais velhos a contar histórias ao deitar, à lareira ou no quarto escuro. Tantas, tantas coisas...

 

São experiências na magia do coração.

 

 

Aqui vão dois videos, um mais sério sobre a imporância e o incentivo à leitura na infância.

 

O outro... é literatura infantil! Desafio qualquer um a contradizer-me nisso! :)

 

 

Feliz Dia Internacional da Literatura Infantil, saboreiem-no tanto quanto ainda saboreiam as história infantis!

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Cristina Mouta às 04:15
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Prendas

Isto parece a mensagem de Natal da presidência da República: é só uma vez por ano...

Desculpem pela ausência prolongadíssima, mas as reecuperações, às vezes, custam-nos tempo e algumas das nossas actividades favoritas...

 

Mas the end à intro a tresandar a mofo.

Nesta altura do ano andamos todos à voltas com o que vamos oferecer a familiares e amigos. Não interessam as nossas convicções religiosas, ou falta delas. Certo é que nesta altura há qualquer coisa no ar que sobe, imperceptível, à superfície da indiferença dos dias.

 

Aquele "não sei quê", que nos lembra a nossa atitude de crianças pela vida e que fazia dela nossa amante. Com paixão, com amor, com solidariedade, com tanta coisa boa!...

Eu tento adequar boas leituras aos gostos das pessoas.

É que muito serve para se ler, não se lêm só livros.

E sosseguem, meus amigos, eu não ofereço as contas...

Para já, ofereço este poema de Luís Fernando Verísimo.

 

LER

 

Ler é o melhor remédio!

Leia jornal,

Leia outdoor,

Leia letreiro em estação de trem,

Leia os preços do supermercado,

Leia alguém!

Ler é a maior comédia!

Leia etiqueta jeans,

Leia histórias em quadrinhos,

Leia a continha do bar,

Leia a bula do remédio,

Leia a página do ano passado perdida no canto da pia enrolando chuchus…

Leia a vida!

Leia os olhos, leia as mãos. Os lábios e os desejos das pessoas…

Leia a interacção que ocorre ou não entre física,

geografia, informática, trabalho miséria e chateação…

Leia as impossibilidades,

Leia ainda mais as esperanças,

Leia o que lhe der na telha,

Mas leia, e as ideias virão!

 

Luís Fernando Veríssimo

 

publicado por Cristina Mouta às 16:44
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Um dos maiores perigos do mundo

A nossa vida conhece algumas condições de tipo E.L.E. ( Extinction Level Event - traduzindo a esmo, acontecimento de tal magnitude que provoca extinção). Uma delas é a ignorância.

E se ela "junta os trapinhos" com o medo...

UAU! Aí temos MESMO formas de ultrapassar o trauma do imenso aborrecimento de lidar com uma vida digna e preenchida positivamente.

Mas eu prefiro uma vida cheia e digna. Uma vida dura de escolhas (sim, termos de fazer escolhas e responsabilizarmo-nos por elas é mesmo duro...).

Muitos dos que detêm nas mãos os destinos deste mundo preferem-nos na mesma condição que eles: com medo e na ignorância. Mas como são eles quem detem o poder coactivo nas mãos, a balança parece sempre dar-lhes mais capacidade de se aguentar. Será mesmo?

Eu não acho. Nós não somos robots. No nosso projecto esse nao foi um item do caderno de encargos. Pelo contrário...

Não repararam que há sempre uma luz ao fundo do túnel humano a espalhar-se?...

Não se espalha ela também pelas pareds, pelas páginas de um bloco de notas solto ao vento?...

 

Porque pensam que os "mandões" têm tanto medo?...

Vejam isto...

 

 

publicado por Cristina Mouta às 11:45
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Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Leitura... quanto te devemos

 

A nossa necessidade de expressar sentimentos, opiniões, tudo, enfim, tem como aliada eternamente fiel a leitura.

Ela não julga os motivos nem a propriedade social dos nossos sentimentos.

Simplesmente está ali, alicerçando a nossa capacidade de comunicação.

Este pequeno filme é uma boa publicidade à leitura. Pena que eu acho que, se calhar, só quem lê entende toda a mensagem.

Não me custa imaginar pessoas a comentar assim:"Olhó puto! Parece um mariquinhas! [vernáculo] Se ele me aparecesse a falar assim, levava logo um [vernáculo] dum bilhete no meio daquela testa, que até andava de lado!"

[Ok, se pensarmos em certos tipos de ambiente, talvez tenha sido mansa na quantidade de vernáculo! :-)  ]

 

Eu hei-de voltar à carga quanto à importância da leitura. Vejam e digam coisas!

 

 

publicado por Cristina Mouta às 03:39
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